A saudade
Tenho saudades de ver o telemóvel cheio de mensagens tuas. Tenho saudades de ver o teu nome repetido vezes sem conta na caixa de entrada.
Tenho saudades do teu sorriso, da tua voz, do teu toque, do teu cheiro, tenho saudades tuas.
Tenho saudades até mesmo daqueles momentos em que não dizíamos nada, em que apenas contemplava as curvas do teu rosto.
Fizeste-me acreditar que estarias a entrar na enorme melodia que vivo, a que chamo vida. É maior a desilusão de não te voltar a ver, do que a desilusão de não te ter. Contentava-me com o facto de te ter por perto, com o facto de saber que andavas por aí, que a tua presença era sentida, mas, até isso a vida me nega. Sabes, prefiro viver na triste ilusão de te poder vir a ter, do que viver num mundo em que não fazes parte. Estou à frente do computador, a ouvir uma das músicas que ouvimos juntos, e, só me lembro de ti. Quero uma mensagem tua, quero a tua voz, quero-te. Pensar que não vou voltar a ver esses olhos magoa mais que tudo. Resta-me animar-me, aliás, que hipótese tenho? Melhor, que tenho eu? Tudo, mas um tudo incompleto. Um tudo que dói por dentro, um tudo invisível mas doloroso, um tudo (...).
Tenho saudades do teu sorriso, da tua voz, do teu toque, do teu cheiro, tenho saudades tuas.
Tenho saudades até mesmo daqueles momentos em que não dizíamos nada, em que apenas contemplava as curvas do teu rosto.
Fizeste-me acreditar que estarias a entrar na enorme melodia que vivo, a que chamo vida. É maior a desilusão de não te voltar a ver, do que a desilusão de não te ter. Contentava-me com o facto de te ter por perto, com o facto de saber que andavas por aí, que a tua presença era sentida, mas, até isso a vida me nega. Sabes, prefiro viver na triste ilusão de te poder vir a ter, do que viver num mundo em que não fazes parte. Estou à frente do computador, a ouvir uma das músicas que ouvimos juntos, e, só me lembro de ti. Quero uma mensagem tua, quero a tua voz, quero-te. Pensar que não vou voltar a ver esses olhos magoa mais que tudo. Resta-me animar-me, aliás, que hipótese tenho? Melhor, que tenho eu? Tudo, mas um tudo incompleto. Um tudo que dói por dentro, um tudo invisível mas doloroso, um tudo (...).
Saber que amamos alguém e que o nosso amor está sempre a ser desafiado por circunstâncias tamanhas, magoa. Mas maior dor, é a de nunca experimentarmos o maravilhoso sentimento a que chamamos de amor.
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