Recordações

Gosto de ti, não como quem gosta, mas como quem ama. Nada custa mais do que ver partir quem se torna indispensável naquilo a que chamamos vida. É uma mágoa, um buraco na alma, uma incontestável dor que nos assola nas mais pensativas noites. Sinto falta do toque, dos beijinhos na testa, dos abraços que me fazem esquecer tudo, até mesmo dos momentos em que ficamos a olhar um para o outro, como se não houvesse um amanhã. Sinto falta do mundo à parte que só encontrava quando estavas comigo, das ínfimas indecisões para escolher que roupa levar, das mil perguntas a nosso respeito, das nossas músicas, enfim, de nós... Não há diccionário que contenha sinónimo para exprimir a falta que me fazes. Não há vocabulário que exprima o quanto gosto de ti. Tu, tu, tu... não me sais da cabeça!

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