Dor
"Sabes quando vais a um lugar, e encontras uma parede, uma parede onde te apetece escrever o teu nome, e escreves? Dias mais tarde passas por lá, e este ainda lá se encontra escrito?
Agora imagina que a parede era o meu coração, e lá escreveste o teu nome. Hoje passas por mim, e o teu nome ainda aqui se encontra escrito, tal como tu o deixaste, apenas com algum desgaste que o tempo se encarregou de realizar.
É assim que me sinto, sempre pensei que o tal "nome" iria desaparecer com o tempo, mas a verdade, é que daqui não vai sair, por mais ventos e tempestades que apanhe, ele permanece.
No início nunca me sequer passou pela cabeça apaga-lo, mas depois comecei a considerar a hipótese, mas sabes que mais? Foi escrito a caneta, e não existe nada que o apague, porque ele acaba sempre por se manter escrito. Todos os detalhes que utilizaste, a tua letra, a tua expressão, o teu toque, tudo o nome contém. Por muitas novas "alterações" que o tempo tenha causado, a ideia principal nele continua imposta, e esta é sempre a mesma: nós.
Não posso lutar contra aquilo que sinto, tal como não posso apagar o teu nome, mas prefiro levar com a dor diária disso, do que nem sequer ser capaz de por ti uma dor sentir."
Agora imagina que a parede era o meu coração, e lá escreveste o teu nome. Hoje passas por mim, e o teu nome ainda aqui se encontra escrito, tal como tu o deixaste, apenas com algum desgaste que o tempo se encarregou de realizar.
É assim que me sinto, sempre pensei que o tal "nome" iria desaparecer com o tempo, mas a verdade, é que daqui não vai sair, por mais ventos e tempestades que apanhe, ele permanece.
No início nunca me sequer passou pela cabeça apaga-lo, mas depois comecei a considerar a hipótese, mas sabes que mais? Foi escrito a caneta, e não existe nada que o apague, porque ele acaba sempre por se manter escrito. Todos os detalhes que utilizaste, a tua letra, a tua expressão, o teu toque, tudo o nome contém. Por muitas novas "alterações" que o tempo tenha causado, a ideia principal nele continua imposta, e esta é sempre a mesma: nós.
Não posso lutar contra aquilo que sinto, tal como não posso apagar o teu nome, mas prefiro levar com a dor diária disso, do que nem sequer ser capaz de por ti uma dor sentir."
Luís Baptista
Fuck, m.a mas que texto :'$
ResponderExcluir- ameii amoor, ameii !
Parabens *.*